Cinco gerações, com perfis, características e aspirações bem diferentes, com desejos e objetivos similares, porém conflitantes e convivendo “pacificamente” em busca de seus espaços, de sua sobrevivência ou talvez quem sabe, em busca de supremacia. Este é o cenário atual.
Nesse cenário desafiador o ser humano compete forçadamente e, involuntariamente, em alguns casos de forma colaborativa, por “um lugar ao sol” ou como as gerações mais novas preferem, “por um lugar à sombra”.
Para entendermos melhor essa situação precisamos entender como são essas gerações.
Quem é quem? Um Guia Rápido das Gerações
Resumidamente, a geração mais antiga, os Baby Boomers (1940-1960), são a “velha guarda”, isto é, aqueles que construíram o mundo como o vemos agora. Iniciaram as revoluções tecnológicas e mesmo assim, não têm tanta intimidade com a tecnologia, sendo “simples” usuários dela.
Já a geração X (1961-1980), não somente são usuários e consumidores das principais tecnologias, mas foram os que saíram de um mundo totalmente analógico para um completamente digital. Venceram as principais barreiras tecnológicas das últimas três décadas, até porque foram os principais “construtores” dessas tecnologias (computadores pessoais, internet, smartphones, inteligência artificial, etc.)
A geração Y, ou millenials (1981-1995) são os que dominam totalmente as tecnologias, arriscando mais pelos seus anseios, criando e inovando. Apesar de mais imediatistas, são os que atualmente ocupam os principais postos no mercado de trabalho.
Chegamos à geração Z ou centennial (1996-2010) os chamados nativos digitais. São totalmente conectados, independentes e os que atualmente mais valorizam os bens intangíveis. Estão, ou pelo menos deveriam estar, cada vez mais assumindo os postos e ocupações nas corporações, ao seu jeito, claro!
Por fim, e não menos importantes, a geração Alpha (nascidos após 2010), jovens adolescentes totalmente inseridos no mundo digital. Esse jovem prioriza digitar ao escrever, prefere uma ocupação no formato “frila” (acrônimo de freelancer) ao emprego formal, aliás desenvolvem cada vez mais aversão ao rótulo CLT (Consolidação as Leis Trabalhistas – emprego com carteira assinada), buscam o aprendizado rápido, sensorial, informal e totalmente prático.
Onde o conflito acontece?
Todas essas gerações estão atualmente dividindo vários ambientes nos quais os conflitos se tornam inevitáveis. Nos ambientes corporativos, executivos, gestores e funcionários tentam se adaptarem as diferenças buscando tornar as empresas produtivas.
Nas instituições de ensino gestores normalmente das gerações Baby Boomers ou X, lideram coordenadores e docentes das gerações Y (as vezes Z) que por sua vez recebem os estudantes das gerações Z (ensino superior) e Alpha (ensino básico) num intuito de desenvolverem o processo de ensino aprendizagem.
E nas nossas casas, a maioria das famílias possuem integrantes de todas essas gerações dividindo o mesmo teto. Vovô(ó) no WhatsApp, filhos no Instagram utilizando o ChatGPT e os netos no Tik Tok.
Mas sempre há uma luz no fim do túnel…
Mas a humanidade deve superar esses desafios, afinal diferenças sempre existiram e o ser humano conseguiu sobreviver a maioria delas. Tomemos como exemplo as diversas revoluções industriais.
Que venham as próximas gerações!



