“Modelo engessado”, diz advogada sobre debates na TV

No programa Última Análise desta segunda-feira (25), os convidados falaram a respeito das consequências políticas do primeiro debate presidencial. Enquanto o presidente Lula (PT) realizou uma entrevista, dentro do Palácio Alvorada, era realizada a transmissão pela TV Bandeirantes. Em 2022, porém, sob mesmas circunstâncias, o então presidente Jair Bolsonaro (PL) foi impedido de realizar transmissões ao vivo, de sua residência.

A advogada Fabiana Barroso disse que o debate perdeu sua razão de ser hoje em dia. Segundo ela, “é um modelo que ficou de fora do nosso tempo. Há um debate permanente nas redes sociais, por onde as pessoas buscam as informações. O debate na TV ficou engessado”.

Além do presidente em exercício, o debate teve as ausências do pré-candidato Flávio Bolsonaro e de Romeu Zema. Estavam presentes apenas Renan Santos, Augusto Kury e Ronaldo Caiado. Lula foi o grande alvo entre os participantes.

“Ainda precisamos saber como foi editada a entrevista de Lula, se as perguntas foram combinadas. Será que fizeram perguntas pertinentes e incômodas?”, questiona o colunista da Gazeta do Povo, Luís Ernesto Lacombe.