
Além do envio de equipes de busca e resgate, o governo dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira (25) duas medidas principais para ajudar a Venezuela após os terremotos que causaram centenas de mortes e danos materiais ainda a serem quantificados no país sul-americano.
Em comunicado, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro americano informou que “todas as transações relacionadas aos esforços de ajuda humanitária após o terremoto na Venezuela que seriam proibidas pelas Regulamentações de Sanções à Venezuela” foram autorizadas até 23 de outubro.
“A autorização […] desta licença geral inclui o processamento ou a transferência de fundos em nome de pessoas de terceiros países para ou da Venezuela em apoio às transações autorizadas”, acrescentou o OFAC.
Além disso, o Departamento de Estado americano informou ontem que o governo Donald Trump está mobilizando US$ 150 milhões em assistência à Venezuela.
De acordo com nota da pasta, tais valores são relativos a US$ 50 milhões em novas doações para parceiros no terreno, incluindo a World Vision, a Samaritan’s Purse, a Catholic Relief Services, o International Medical Corps, a Organização Internacional para as Migrações e o Programa Mundial de Alimentos, além de uma contribuição de US$ 100 milhões para o fundo comum da Venezuela do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA).
“Além do apoio financeiro, o departamento está auxiliando as organizações na coordenação logística e na comunicação com as autoridades interinas”, informou.
A pasta chefiada por Marco Rubio disse que está trabalhando com o Departamento da Guerra (DoW), “aproveitando a incomparável capacidade logística e operacional do DoW para apoiar o rápido deslocamento de pessoal de resposta, equipamentos e assistência humanitária para as áreas afetadas”.