Meta, Google e X descartam violação de regras no canal “Exército do Lula”

Após o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, pedir um pente-fino no canal “Exército do Lula” no WhatsApp, as empresas Meta, Google e X responderam, na noite desta sexta-feira (23), que não encontraram irregularidades na atuação coordenada dos participantes.

O canal, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG), chegou a 10 milhões de membros nesta tarde. A Meta esclareceu que a atuação coordenada é proibida quando for vinculada a “atividades violentas ou criminosas, e não a mobilização política lícita”.

A análise técnica constatou que “não há violação das políticas” da Meta. Contudo, a empresa disse que ainda não examinou todos os documentos do processo e solicitou mais cinco dias para concluir a análise.