No futebol, a gente fala através dos números. No Real Madrid, ele é protagonista. Mas, quando veste a camisa da seleção, ele é outro Vini Jr. Vai fazer 50 jogos e não tem nem dez gols (oito em 47 partidas). Então, não dá para esperar muita coisa. Tomara que ele reverta o que vem acontecendo até agora e que, quando bote a camisa amarela, aquela porra não pese muito nele. Porque a gente está precisando dele. Mas não o vejo como um cara que vai decidir alguma coisa. Não tem um jogador que eu fale: “pô, esse cara é f***”.
Romário, ao Extra
O senador aprova o trabalho do técnico Carlo Ancelotti. Ele disse que a presença do italiano à beira do campo impõe respeito e ajuda o elenco, minimizando a falta de experiência do treinador em seleções.
Endrick recebeu o voto de confiança para comandar o ataque. Romário escolheu o jovem como centroavante titular. “Sabe fazer gol e se coloca bem”, completou.
Apoio a Neymar
Romário ainda defendeu a convocação de Neymar. Ele argumentou que o atacante do Santos impõe respeito mundialmente e tem o apoio do grupo de jogadores.
A situação de Neymar rendeu comparações com o passado do baixinho. O ex-jogador lembra que jogou lesionado em 1990 e no auge em 1994.