Dez anos depois, neste sábado, 16 de maio de 2026, os dois voltaram ao centro das atenções do esporte mundial. E justamente em um momento carregado de simbolismo. Enquanto Ronda Rousey surpreendeu o mundo ao retornar ao MMA para enfrentar Gina Carano no primeiro evento exibido pela Netflix, Cono, na mesma noite, foi anunciado como atração principal do UFC do dia 11 de julho, em duelo contra Max Holloway.
Por algumas horas, parecia que o calendário havia voltado para 2016.
As redes sociais explodiram. O debate reapareceu, e o hype voltou instantaneamente. Mesmo afastados do topo competitivo há anos, os dois retomaram o protagonismo do noticiário do MMA como poucos atletas atuais conseguem fazer. Mas talvez a grande mensagem da noite tenha sido justamente a percepção de que isso não representa um recomeço.
E sim uma despedida simbólica.
Ronda não lutava MMA desde a derrota para Amanda Nunes no fim de 2016. Desde então, construiu carreira na WWE, virou atriz, casou e teve filhos. McGregor viveu uma década intensa: alcançou o auge absoluto da fama, acumulou fortuna, enfrentou derrotas, lesões graves, polêmicas e processos. Há quase cinco anos sem competir, passou a conviver constantemente com dúvidas sobre um eventual retorno.
Eles já não representam o futuro do esporte – e talvez seja exatamente isso que torne este momento tão importante.