Arquidiocese do México pede sepultamento digno para bebês abortados e abandonados

A Arquidiocese Primaz do México pediu às autoridades que estabeleçam mecanismos legais para garantir um sepultamento adequado para bebês que morreram por aborto espontâneo, aborto provocado ou que não foram reclamados, além da criação de locais apropriados para seu sepultamento.

Em editorial intitulado “Que nenhum bebê fique sem sepultamento”, publicado em 16 de agosto na publicação arquidiocesana Desde la Fe (Sob uma Perspectiva de Fé), a arquidiocese afirmou que, independentemente das circunstâncias da morte de um bebê, “a dignidade com a qual tratamos o corpo” deve ser mantida.

A morte pode ocorrer “durante a gravidez, no parto ou nos primeiros dias de vida; pode resultar de doença, uma complicação inesperada, um aborto ou um ato de violência”, observou o editorial.

A arquidiocese disse que os corpos de recém-nascidos falecidos e bebês que morrem no final da gravidez são frequentemente “abandonados em locais públicos, em hospitais ou até mesmo no lixo”.