A Polícia Civil de São Paulo apura a morte de seis bebês no Hospital e Maternidade Salvalus, da rede Hapvida, na zona leste da capital paulista. Os casos ocorreram neste ano.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a investigação inclui a análise de prontuários médicos e depoimentos de profissionais de saúde e de testemunhas.
A advogada Eduarda Fragnan Gomes, que representa três mães, afirma que o número de óbitos pode ser ainda maior. Segundo ela, os laudos apontam como causas das mortes complicações graves por infecção, como sepse e choque séptico.
As famílias suspeitam de negligência, omissão de socorro e contaminação cruzada por bactérias hospitalares.
A advogada relata que outras 36 mães, que também perderam os filhos no mesmo hospital, procuraram o escritório para questionar os atendimentos e cobrar respostas.
A reportagem procurou a empresa Hapvida e aguarda um posicionamento.