Corregedor eleitoral proíbe impulsionamento pago de posts de Nikolas e Marçal

O corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, atendeu a um pedido da campanha do presidente Lula (PT) e proibiu a Meta e o X de permitirem o impulsionamento pago de postagens do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do empresário Pablo Marçal (PRTB) até o término do segundo turno das eleições

A decisão desta segunda-feira (19) também impõe uma multa de R$ 50 mil caso os dois publiquem conteúdos vedados por decisões judiciais. Já as big techs estão sujeitas a multa de R$ 500 mil por dia caso não bloqueiem o impulsionamento ou deem tratamento privilegiado a Nikolas e Pablo no ranqueamento de conteúdos.

Na ação, a campanha petista citou a inelegibilidade de Marçal até 2032 por uso indevido dos meios de comunicação. O empresário teria postado conteúdos já censurados. Já sobre Nikolas Ferreira, usou um levantamento da organização  Sleeping Giants Brasil que apontou para uma visibilidade maior em relação a outros deputados no Instagram, com visualizações por seguidor cerca de 17,2 vezes maiores.