
Familiares das vítimas do 11 de setembro se uniram para barrar a ida do prefeito socialista de Nova York, Zohran Mamdani, à cerimônia em homenagem às vítimas do atentado terrorista que aconteceu em 2001.
Os apoiadores das vítimas lançaram uma petição na internet pedindo ao Museu e Memorial Nacional do 11 de Setembro que não inclua o governante da ala mais à esquerda do Partido Democrata nos eventos dedicados àqueles que perderam suas vidas nos ataques de 25 anos atrás. Até o momento, o documento acumula mais de 80 mil assinaturas.
A oposição ao prefeito socialista decorre de alegações de que Mamdani não condenou adequadamente o extremismo islâmico. A petição cita oito preocupações específicas sobre Mamdani, incluindo o fato dele nunca ter condenado diretamente a frase “globalizar a intifada”.
O documento diz ainda que as crenças do governante de Nova York são moldadas por seu pai, que defendeu a “desestigmatização” dos homens-bomba e fez comparações entre os EUA e a Al-Qaeda, que esteve por trás do 11 de setembro.
O senador republicano Tim Sheehy disse à Fox News Digital que “ele [Mamdani] deu voz ao extremismo islâmico e apoia abertamente
o Hamas”.
“E o Hamas não é apenas uma organização adjacente a todos os outros extremistas muçulmanos, eles são um dos membros centrais desse grupo”, pontuou. No ano passado, o líder socialista já havia sido alvo de fortes críticas de congressistas devido à recusa em defender a deposição de armas do Hamas.
“Diante dessas preocupações, solicitamos respeitosamente que os organizadores considerem cuidadosamente se a participação do Sr. Mamdani estaria de acordo com a intenção da cerimônia e com as expectativas das famílias mais diretamente afetadas pela tragédia”, diz a petição.
Após tomar conhecimento do protesto, Mamdani afirmou à imprensa americano que ainda pretende comparecer ao ato do 11 de setembro deste ano.