EUA visam programas de médicos de Cuba no exterior

O Departamento de Estado americano anunciou nesta quinta-feira (23) sanções contra nove entidades e duas pessoas ligadas ao regime de Cuba. Entre os motivos listados para as punições, estão os programas de médicos cubanos que atuam em outros países.

Em comunicado, a pasta liderada pelo secretário Marco Rubio dividiu as sanções em três blocos. O primeiro pune três organizações por atuarem ou terem atuado no setor de energia de Cuba: o Ceinpet, braço de pesquisa e desenvolvimento da Unión Cuba-Petróleo (já designada anteriormente); e as importadoras de gás natural, gás liquefeito e lubrificantes Enersa e Einarbo.

O segundo bloco diz respeito a entidades que seriam utilizadas pelo conglomerado Gaesa, controlado pelos militares de Cuba, para “tentar proteger seus ativos e fluxos de receita” de sanções dos EUA: o Terminal de Contêineres do porto de Mariel e as empresas Coral Marítima, Ceiba e Orbit S.A.

No terceiro bloco, foram incluídos os sancionados por envolvimento nas missões de médicos cubanos no exterior, consideradas por Washington modalidades de trabalho forçado e tráfico de pessoas.