Em 17 de maio de 2026, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de Ebola na República Democrática do Congo e em Uganda como uma “emergência de saúde pública de importância internacional”. A agência afirmou que o surto ainda não atingiu o nível de uma “emergência pandêmica”, porém, com o aumento do número de casos, pelo menos 80 mortes suspeitas e nenhuma vacina aprovada, crescem as preocupações sobre a eficácia do controle do vírus.
A doença é transmitida de animais selvagens para humanos e se espalha na população humana por meio da transmissão de pessoa para pessoa. Os sinais e sintomas geralmente começam entre dois dias e três semanas após a infecção pelo vírus. Febre, dor de garganta, dores musculares e dores de cabeça são os primeiros indicadores. Vômitos, diarreia e erupções cutâneas geralmente surgem em seguida. Os estágios mais avançados do Ebola são marcados pela diminuição da função do fígado e dos rins. Logo depois, as vítimas podem começar a apresentar sangramentos internos e externos. Para muitos, uma morte lenta e dolorosa é inevitável — a doença apresenta alto risco de morte, matando entre 25% e 90% dos infectados, com uma taxa média de mortalidade de cerca de 50%, segundo a OMS.
Identificado pela primeira vez em 1976, o Ebola ressurgiu em diversas ocasiões em vários países africanos.
A Medicina certamente avançou muito nos últimos séculos. Vacinas e imunologia transformaram doenças antes perigosas, como a Peste Negra, em condições tratáveis e, apesar das milhões de mortes relatadas no passado, hoje em dia são raríssimos os casos de tais doenças se alastrarem.
Mas ainda existem alguns vírus, como o Ebola, ainda terríveis e que ceifam a vida de muitas pessoas. Suas taxas de letalidade estão entre as mais altas de todos os vírus, e a maioria deles não tem cura. Então, quais são os principais? Neste ranking, clique para descobrir quais são os vírus que mais matam no mundo, suas taxas de mortalidade e a posição do Ebola.