As operadoras executam o bloqueio para que os sites não sejam acessados no país. Segundo o guia da Anatel, o bloqueio é feito no nível de DNS (Sistema de Nomes de Domínio). Na prática, servidores são configurados para “fingirem” que os sites não existem, impedindo que o usuário encontre o IP do servidor com conteúdo pirata.
Para evitar mudança do site, é recomendado que autoridades façam “ordens dinâmicas”. Ao ter o site derrubado, o dono da plataforma ilegal tenta subir a página em um novo endereço. Para evitar isso, o documento cita que a Anatel recomenda que decisões autorizem o bloqueio automático de novos domínios que repliquem o mesmo conteúdo.
No momento, a Anatel atinge 860 URLs e 256 IPs bloqueados – eles eram usados para autenticar TV Boxes. Fora isso, a agência diz monitorar 7.858 URLs e monitorar 41.493 IPs.
Os desafios dos bloqueios
O órgão cita desafios para o bloqueio de conteúdos ilegais. Os principais são: